Há 50 anos que este rico menino aqui em cima mostrado veio a este mundo gracioso...
Cada vez gosto mais dele, caramba!
A sua capacidade de renovação da esperança é notável. Bem como as suas inatas faculdades oníricas.
Mas o mérito disso não é todo dele, decerto. A fortuna o tem acompanhado. Inda há poucas luas teve a desdita de descobrir uma jazida de ouro negro, de caudal praticamente inesgotável. O combustível que a sua chama carecia, para continuar a arder e uma luz de espectro mais limpo emitir.
E ele ri. Ajoelhado por terra, rendido, ri com a face toda suja, mascarrada de grude, mas ri. Pleno de felicidade dentro do peito ilustre lusitano. Porque encontrou outro sorriso tão lindo quanto o dele. Que digo eu?... mais belo ainda, perdão.
Numa outra alma que consigo crê se identificar. Numa eterna menina mulher. What else?... como diria o meu amigo Clooney, cujo charme invejo. Ou talvez não... já não.
Mas chega de devaneios. Que a sorte de encontrar petróleo dá depois um trabalho danado. Para o recolher até á última gota. E esta jagida é em paragens longínquas. A uma grande jornada obriga. E é preciso coragem e determinação para seguir sonhando. Mas palavras de ânimo não lhe têm faltado. Vindas das mais diversas partes do globo. E outras ajudas decerto surgirão também. Questão de semear para depois colher. Como proclamou o tio Julio, ao "atravessar" o Rubicão... Alea jacta est.
"...que o sonho comanda a vida
e sempre que um homem sonha
o mundo pula, e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança"
excerto de um poema de António Gedeão
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P.S.: a fonte de inspiração para este post foi a repentina leitura de uma citação em língua inglesa, atribuida a Sócrates, que reza assim:
"An honest man is always a child".
Não confundir este Sócrates aqui referido com um outro de nome próprio José, que tal como eu, mais um José, adora citar grandes pensadores.

















































