O meu Graal.
Acho que estava escondido dentro de mim. Ocultado por aquilo que finalmente deitei fora. As minhas mágoas. Já as não guardo. De nada. De ninguém.
Olho para trás e tenho de reconhecer que levei até agora uma vida lindíssima. Já usufrui de mais dias de felicidade pura do que o comum dos mortais.
Creio que até um mito como o de Giacomo Casanova me invejaria. Posso não ter tido a quantidade de relacionamentos sentimentais que este teve. Mas a qualidade dos meus é insuperável. E além disso, dei fruto.
Lanço a visão para a frente e miro um horizonte talvez ainda longínquo mas desde já risonho. No que só de mim depender, a minha existência vai continuar a ser nada menos bela do que até aqui já foi.
E se alguém me acompanhar nesta minha nova jornada, saiba de antemão que correrá o sério risco de junto comigo enriquecer. Interiormente. Exteriormente também, mas nem isso irá mais importar, em face do que ao nosso interior acontecerá.
Num outro blog meu, "Ideias Peregrinas (ou talvez não)", costumo reflectir sobre como as coisas são e como poderiam ser melhoradas. Neste aqui, vou passar a reflectir mais sobre como eu próprio posso melhorar. Até atingir a meta a que me proponho: vir a ser o melhor homem do mundo.








































