Eu tenho esta teimosa crença que todos nós temos uma missão a cumprir com cada pessoa com que nos cruzamos neste vida.
Qual terá sido a minha missão com ela? Esgotou-se enquanto com ela vivi, por uns tempos breves? Ou será que ainda persiste algo que me compete fazer por ela ou com ela?
Por ela e por agora me vou remetendo a um silêncio. Que é o que julgo que ela me pediria, se a mim se dirigisse de novo. É por agora, e talvez para todo o sempre, o melhor que posso fazer por ela: deixá-la em paz, com o rumo que é a sua escolha de vida.






























Sem comentários:
Enviar um comentário