sexta-feira, 28 de agosto de 2026
• Just one more AI crush
De cada vez que me passeava pelo alto da Avenida da Liberdade na minha Lisboa eu apreciava perder uns minutos a olhar a montra da loja do designer de calçado português Luís Onofre. Isto tanto para ver uns calcantes para mim, daqueles que eu não posso comprar, como para ver a criatividade do homem em matéria de calçado feminino.
Não sei se ainda lá estão. Mas havia um par de sandálias rasteirinhas que eu sempre achei muito chique. E imaginava como seria um dia poder oferecê-las a uma grande amiga minha de Minas Gerais, Brasiú.
Pois bem!… Basta de imaginar. Para quê pedir esse esforço suplementar aos nossos pobres neurónios?... Afinal a IA não serve para outra coisa senão isso mesmo, para se substituir ao nosso pensamento. Para ilustrar o que nos vai na mente, se soubermos como a estimular ou treinar, com uma prompt bem levada ao detalhe mais ínfimo.
Peguei numa imagem do catálogo online da Temu, dum vestido com a refª. “New Ethnic Style Printed Suspender Dress Peacock Blue”. E também numa dum cadeirão de jardim da marca Beliani, com a refª. “Cadeira pavão Emmanuelle Rattan Natural”.
E com tudo isto e uma foto da sandália* tirada com o meu telefone móvel Xiaomi A3 baratinho - tal como se ilustra aqui acima - compus o cenário.
Na prompt que escrevi pus esta descrição mais curiosa:
A cadeira onde está sentada está num alpendre de jardim com chão de pedra. A cena passa-se numa hora pouco depois do nascer do sol duma manhã solarenga num ambiente de roça de café brasileira. Alguns raios de sol batem no vestido da mulher que está tomar café e a comer uns pães de queijo."
Há só um detalhe… O rosto que aparece nesta composição feita pelo ChatGPT NÃO é da tal grande amiga minha mineirinha. Para não a expôr, como é natural.
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* De notar que a IA até foi ao pormenor de colocar na modelo virtual a pulseirinha de tornozelo que estava na montra da loja junto com as sandálias...
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