Brincando com a IA “dei à luz” esta deslumbrante criatura de sonho que mostro na imagem acima.
No meu último post relatei que pedi à IA para conceber o meu crush. Desta feita dei asas à fantasia. Já aqui confessei que tenho um fetish. Que sou retifista. Que me perco pelo design e pela estética de certo calçado feminino. Aquele calçado que dá uma realce do caraças a essa já magnifica obra de arte do criador, o pé da mulher.
Aliando estas duas encantadoras belezas, o pé e o seu respectivo calçado, quis pegar numa imagem duma mule e pô-la numa musa. Mas não quis apenas um close-up do pézinho da dita. Desejei e pedi à IA para a representar de corpo inteiro. E num ambiente de lupanar.
Resumidamente, a prompt que concebi dizia mais ou menos isto:
“Cria uma imagem hiper-realista duma
mulher asiática jovem que está a usar
umas mules tipo marabout slippers. A mulher tem as unhas dos pés pintadas de várias cores. Os pés estão cruzados em cima dum tapete persa e a mulher sentada numa cama num quarto dum bordel.
Tem as pernas traçadas e veste um baby-doll cor de rosa com uma penugem branca na zona do peito com um decote generoso.
Tem uma expressão facial ligeiramente sorridente, sedutora e convidativa, com os braços abertos a querer receber um abraço.
Na zona da cintura usa um pareo. O quarto tem uma iluminação
de luz fraca e também alguns raios de sol que entram por
uma janela. Tem um cabelo cacheado longo até um pouco
abaixo da altura dos ombros.”
Eu sou um fotógrafo amador que sempre alimentou a ambição de seguir os passos de alguns mestres da fotografia do erotismo, como Marco Glaviano. Noutro blog meu um dado dia fiz um anúncio para cativar modelos fotográficos femininos e com estes criar arte. É uma das minhas maiores paixões. E repeti vezes sem conta esse apelo. Mas sem resultados. Ou quase nenhuns.
Hoje em dia reflito sobre tudo isto e concluo… Para quê comprar uma câmera fotográfica profissional e pagar a modelos para fazer arte?…
A bela da IA poupa-nos a tanta chatice... Basta ter um certo talento para escrever a prompt com muito detalhe e o resultado sorri-nos de formas que nem sequer estaríamos tanto à espera.
Ou então sou eu que tenho tido uma sorte danada.
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