domingo, 22 de março de 2026
• Online dating
No further comments needed, right?… And besides, i'm dealing with some lack of inspiration to write new posts.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
• O ano do cavalo
Começaram ontem dia 17 de Fevereiro - coincidindo com a terça-feira gorda de Carnaval, por acaso - as celebrações do ano novo chinês (ou ano lunar). o ano do cavalo. E diz que vão durar até dia 3 de Março...
Aqui vai, como de costume nos meus blogs, um desfiar de imagens esteticamente interessantes alusivas a este evento.
E também algumas geradas com IA. Porque está na ordem do dia, porra!… Nem preciso dizer quais são estas últimas... Usei sobretudo sites gratuitos, logo a qualidade não é extraordinária.
Enfim, este ano não tive muito tempo para dedicar a este tema… Para se compreender este desabafo, é ler o post anterior a este.
sábado, 24 de janeiro de 2026
• Oxalá não seja nada mesmo
Deixa-me ouvir o que não ouço...
Não é a brisa ou o arvoredo;
É outra coisa intercalada...
É qualquer coisa que não posso
Ouvir senão em segredo,
E que talvez não seja nada.
- Fernando Pessoa
Por força das circunstâncias estou em Lisboa num hostel na rua Rodrigues Sampaio. A viver um filme de terror. Disse viver, não a ver. Agora deve estar no intervalo, porque por uns sete dias acho que vou ter alguma paz de espírito e tempo para mim mesmo.
Só neste breve encetamento do anno da graça de dois mil e vinte e seis já vivi num anexo na aldeia de Ponte do Rol, Torres Vedras; numa galeria de arte ao pé do estádio São Luís em Faro, num chalé em Bela Mandil, Olhão e num apartamento em São João do Estoril.
Na próxima terça-feira dia 27 talvez esteja numa quintinha emtre Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos.
Agora aqui no hostel baratinho estava a partilhar o quarto com um economista que já foi um assessor do Cavaco, trabalhou no SIS e viaja com frequência para os Estados Unidos e Irão. E entretanto juntou-se a nós mais uma senhora distinta, prof de finanças. Que entre outras escolas lecionou no ISCAL.Curiosamente são ambos de Aveiro. Não me sinto tão sozinho no meu relativo infortúnio.
Mas não deixo de me perguntar porque razões estas personagens vêm parar aqui a esta baiúca, que será decente mas bué low cost.
Estive a viver um ano inteiro em Ponte do Rol. Mas de repente a minha senhoria brasileira quis deixar de arrendar todas as suas casas. E encontrar alojamento hoje em dia é um inferno.
Quiçá daqui a uns dias para além dum tecto mais uma vez eu tenha também o carinho de que já vou carecendo.
Oxalá isto tudo não venha a ser nada mesmo.
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