terça-feira, 7 de julho de 2020

• SEX

Yes, SEX. Standing for “Sacred Energy Xchange”.

Today I feel too lazy for writing anything whatsoever. So, I will just guide my readers* to watch a curious text, by clicking here.


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* Boy!… Shall the choice of this post title will attract a lot more readers to this blog?… I hope so.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

• Oi, tudo bem com vc?...

Quem se põe a jeito - como o autor deste blog, e por causa deste, mesmo - nas redes sociais pode ser bastas vezes surpreendido nos WhatsApps desta vida - na faceta virtual desta - com uma primeira mensagem vinda dum contacto ainda totalmente desconhecido com o seguinte conteúdo:


Eu fico logo, logo atordoado com uma pergunta destas…

Primeiro, começo a questionar-me se está mesmo tudo bem comigo. Geralmente, não está. Sou um eterno insatisfeito. Também uma beka hipocondríaco. Com um déficit de guito crónico. E outras merdas mais.

É que esta é o raio de pergunta que me deixa logo desarmado. E até abananado dos neurónios. É tão irritante que me perguntem isto!...

A seguir, questiono-me porque será que um desconhecido quer mesmo saber se está tudo bem comigo. Para que raio alguém quer saber do estado do meu bem estar, em alta ou em baixa?…

Depois, congemino o que hei-de responder - por uma questão de princípio, de responder algo e não parecer malcriado - e então invariavelmente sai-me um “Sim, tudo”, para despachar logo as coisas.

As ditas coisas ficam muitas vezes por aí e pronto. Não se fala mais nisso. Nisso ou noutra coisa. Não se fala mais, ponto.

Era tão bom que as pessoas fossem logo directamente aos finalmente e se deixassem de rodriguinhos… 

Bem, tudo isto para dizer que vou passar a adoptar outra resposta, alternativa. Seca e desarmante, típica de humor britânico. Como a que está na imagem em cima. E em baixo está traduzida para a nossa língua, o tugalandês…


domingo, 7 de junho de 2020

• We're about to resume this…

Coming soon to a happy home near you.

Mas claro, só depois que esta maldita pandemia vigente seja declarada finda.

O autor deste blog é um enorme fan desta irresistível manifestação de puro carinho, que poderia ser traduzida para “abraço-xamego-vindo-por-trás-de-surpresa”. De executá-lo e de recebê-lo. Sem mais nem menos. A toda a hora. E por duas únicas razões: por tudo e por nada.

terça-feira, 2 de junho de 2020

• Intimidade

E mais nada carece de ser dito sobre o que a intimidade deve ser, sempre quando duas vidas se encontram finalmente, como estava escrito nas estrelas…

Obrigado, Ana Jácomo, pela sabedoria que partilhas.

terça-feira, 26 de maio de 2020

• Spicing up things here

I wish this blog - in fact, any of my three blogs - to have a larger audience. I would fancy having lots of comments to reply on my posts.

So, I should make my posts much more interesting to my readers. More appealing. More sexy*.

The thing is… I don’t have readers. Almost no one. No one except myself. And this even because I like to self-injure myself reading again and again the stupid stuff that comes out of my mind in different periods of time in my desperate, pathetic life.

Coming back to this idea of making my blogs look more sexy, I publish here a nude photo. The one that can be seen above. Yes, that’s right.

I was told that lots of people search the web for this kind of content, nude photos.

So, there you have it, lads. No, there’s no need to thank me…
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* Sexy is nowadays a buzzword that politicians often use to tell how politics has to be or seem to the common citizen, or in other words, their voters.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

• Carinho em tempo de pandemia

Que nunca tinha visto essa nobre e antiga árvore que tem o seu nome de família, disse ela…

Então, eu que sempre vi esse espécimen do reino vegetal em toda a minha vida - e em grande abundância -, e com a minha habitual disponibilidade, tratei de resolver essa falha.

Dias antes foi-me dado a ver dois corações de papel na palma da sua mão. Que tinham sido recortados pelas suas mãos e tesoura faz algum tempo. Em grande número.

A semana passada aconteceu o seu niver. E como os nossos egos têm vindo a trocar mimos, cuidei que seria minha obrigação manifestar gratidão oferecendo flores.

E assim fiz. Rosas vermelhas foram a minha escolha. Mas como sou eu, fiel à minha falta de juízo, não será de esperar essas flores brotarem como normalmente as visualizamos. Antes foram expedidas em estado líquido. Ou semi-líquido, vá lá... Em forma de geleia.

Novos tempos, novos hábitos…

sábado, 9 de maio de 2020

• Um conselho

Moça, case com um homem que possa te assumir espiritualmente.
- Paulo Júnior, pastor evangélico

Seja o que for que esta citação queira dizer, não deixa de ser bonita.

O autor deste blog é ateu desde a sua adolescência. Há duas décadas atrás, no entanto, diz-se ateu mas espiritual. Ou seja, respeitador de todas as fés dos homens que defendam esse princípio essencial, “não faças aos outros o que não queres que te façam a ti”.

E é com base neste mesmo princípio que eu remodelaria o conselho do nosso pastor, para:

Moça, case com quem te dê garantias que nunca irá te magoar.
- Giuseppe Pietrini, fundador do pietrinismo

Porque a violência doméstica, que sempre existiu, tem hoje uma visibilidade que nos surpreende pelos números de casos revelados e pelo nível de estupidez* que atinge.
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* É a palavra certa, estupidez, tal como Albert Einstein nos alertou para esta um dia.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

quinta-feira, 19 de março de 2020

• The times they are a-changin’*

We are at war. That’s what politicians all over this world repeat to us all, in the greatest nations of the so called western world. All the time in tv news breaks that are constantly being broadcasted nowadays, time after time...

I just wish I’l be able to resist these dark times to be a witness of people rising up once again. This war is unique, the recovery will be something completely unseen up to our present times, as well.

How L-O-V-E will manage to survive this crisis, I wonder...
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* I felt like quoting the title of the most famous song of a Literature Nobel prize nominee, prize that he declined to accept.

quarta-feira, 11 de março de 2020

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

• 鼠年*

Nunca tive lá muito apreço por ter como signo do zodíaco chinês um animal como o Rato.

Dizer antes que sou um triplo Scorpio tem bué mais sainete, digo eu…

Contudo, descubro este ano que ser o Rato é também algo especial. Porque o Rato foi o primeiro animal a acercar-se de Buddha, o desperto, segundo a lenda. E portanto este bichinho esperto ganhou a honra de encetar o zodíaco chinês.

Sim, esperto tem sido muito camundongo. Enumeremos só alguns: 

Mickey, Jerry, Mighty Mouse, Ratatouille… 

Need I say more?…

É hoje, dia 24 de Janeiro, que tem início o CNY, Chinese New Year.


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* O Ano do Rato, em mandarim.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

• A vida

E eu encontro-me hoje muito desencontrado. Bastante afastado do meu ponto de equilíbrio. Mas isso pode significar que um novo estado de equilíbrio vem aí no meu caminho.

Não é de todo mau experimentar de quando em vez um breve período de imponderabilidade…

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

• Prends garde à toi!...

Há uns tempinhos atrás, e uma vez mais em conversa sempre enriquecedora com um sábio amigo meu, o grande senhor Luis Filipe* da Loja do Américo, em Óbidos, ouvi um relato de uma vida dedicada à tauromaquia.

Então parece que existe neste mundo um nobre senhor de humildes origens que sempre foi toureiro, nascido para as bandas da Nazaré. Escapou à vida do mar e da faina da pesca, destino de tantas outras vidas ali nascidas, porque teria jeito para lidar com o touro.

A tradição da festa brava é algo que eu não me importaria nada que fosse abolida, tal como os sacrifícios de vidas humanas no circo romano findou, faz tantos séculos!… É um salto civilizacional que fatalmente a marcha do mundo trará um dia. Não tenho qualquer dúvida. E defenderei sempre que tal aconteça mais cedo do que tarde.

Esta minha posição filosófica em relação às touradas foi omitida enquanto escutava a história que me era contada pelo Luis Filipe. Porque não quis perturbar com essa minha opinião o relato da tal história, que começava a me interessar.

Voltando ao nosso toureiro, parece então que este homem, hoje com mais de 90 anos, é ainda capaz de executar com grande elegância e arte esse assim dito bailado - que alguns de entre nós podem admirar mais do que eu - com a capa e espada que a sua profissão lhe exigia.

E depois de uma tal exibição da sua enraizada destreza, foi desafiado numa tertúlia entre amigos a falar do que foi a sua carreira nas praças de touros de todo o mundo.

Alguém a dada altura quis desatar a sua língua sobre a sua vida amorosa. Comparando-o a um marinheiro, que dizem tem uma mulher em cada porto ao qual arriba. Também o nosso homem deveria ter tido muitas namoradas, conquistas feitas em todas as cidades onde teria actuado.

- Nem uma!… - retorquiu o ancião toureiro. 

Que isto de estar apaixonado era incompatível com o seu profissionalismo. Que quando uma paixão habita o nosso coração, isso torna-nos frágeis. E o touro consegue aperceber-se de tal ponto fraco. E investe com mais ferocidade.

Assim deve ser. E portanto será até perigoso ter o coração mole enquanto se toureia. Pode ser a morte do artista. 

Após escutar a história desta vida consagrada ao touro, quedei-me a reflectir sobre se esse perigo indissociável da paixão não se aplicará a todas as nossas obras e acções…

Até alguém que faz algo com que não concordamos nada pode dar-nos uma importante lição de vida!…

Ce n’est pas juste toi, toréador, celui que doit prendre garde…

E no entanto, na minha marcha neste mundo eu caio sempre no mesmo erro.

Deve ser algo inerente a quem como euzinho aqui tem o sol, a lua e o signo ascendente, todos, todos em Scorpio
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* Já me referi antes a outro incremento da minha cultura geral que o Luis Filipe me proporcionou, num post doutro dos meus blogs, que pode ser lido clicando aqui.

sábado, 30 de novembro de 2019

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

• About sweetness

“I’ve had my heart broken by someone, recently.
I wish you could find your everlasting love,
so at least one of us two could be happy.”

A dear friend of mine said these words to me the other day. How much sweeter a friend of ours can be?…

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

• Foi há quatro anos...

Há quatro anos atrás, por esta mesmíssima altura do ano, eu parti destas paragens à volta do lugar onde nasci para tentar iniciar a brand new life, lá bem longe.

O leitmotiv para essa partida rumo a um desconhecido era uma notável história de amor que eu julgava então poder estar a dar os primeiros passos fora do virtual. E o que se seguiu superou as minhas melhores expectativas.

Descobri que a harmonia entre mim e outro ser semelhante - e já agora, encantador - é possível. Que sabe bem consagrar a nossa própria existência ao bem-estar de outra existência.

Mas tudo não passou duma experiência-piloto de curta duração. De pouco mais de um mês.

Tenho hoje, volvidos estes quatro anos, uma vida confortável. Mas creio que desejo de novo sair da minha zona de conforto. E vivenciar outra vez tempos de incertezas, tão deliciosos como aqueles que me deixaram eternas saudades.

Saudades que foram parcialmente mitigadas há um ano atrás, antes do Natal, por acaso… 

É mister que volte a esses lugares onde já fui muito feliz. Mesmo que seja em solitária jornada.

É isso ou em alternativa que os deuses me ofereçam a visão de um novo Shangri-La.

Cada vez que eles o fazem penso que será a derradeira. Que o meu destino doravante fica por minha exclusiva conta e risco. Que eles já me deram a sua atenção o suficiente. Que será o que eu devo merecer, na justa medida e no momento.

Mas depois constato que pode sempre haver algo mais. É só preciso ser paciente. E eu creio sê-lo.
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Nota: o cachorrinho da imagem que ilustra este post não tem nada a ver com o resto. Com este felpudo fofo e kiduxo puppy, da raça Serra da Estrela, quero simplesmente atrair mais leitores a este blog, através do Pinterest. No fundo, repetir o efeito que um outro post doutro blog da minha autoria logrou obter. Mais tráfego. Dessa vez com uma foto dum canito da raça Labrador. Igualmente fofo.