quinta-feira, 29 de junho de 2017

• Já está!…

Hoje tive um dia feliz por um motivo completamente banal - e até fútil, convenhamos... - para outro qualquer comum mortal.

Cumpri com um sonho antigo. Fiz a aquisição da minha ushanka. Como já vinha desejando tê-lo feito desde há muito tempo. Sempre que ano após ano faço uma regular visita à FIA - Feira Internacional de Artesanato de Lisboa.

Now, I’m starting to be ready!…  ;-)

sábado, 6 de maio de 2017

• What's my mission in this life?...

Eu tenho esta teimosa crença que todos nós temos uma missão a cumprir com cada pessoa com que nos cruzamos neste vida.

Qual terá sido a minha missão com ela? Esgotou-se enquanto com ela vivi, por uns tempos breves? Ou será que ainda persiste algo que me compete fazer por ela ou com ela?

Por ela e por agora me vou remetendo a um silêncio. Que é o que julgo que ela me pediria, se a mim se dirigisse de novo. É por agora, e talvez para todo o sempre, o melhor que posso fazer por ela: deixá-la em paz, com o rumo que é a sua escolha de vida.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

• Distraction

Until now, I feel to have been just a distraction in the life of those women that crossed for a significant amount of time my own life.

I have met the one with whom I would like to spend the rest of my life by her side. But unfortunately for me, I’ve never inspired the same feeling on her. Or for that matter, on any of the couples I’ve been involved, this feeling was born simultaneously on both members.

Will I have the fortune of finding one of these days my soulmate and the one who will wish to live by my side until the end of time, the two of them in the very same human being?…

I have this dream. Still.

terça-feira, 21 de março de 2017

• Espiritual

É o que julgo sempre ter sido. Espiritual.

Naturalmente. Independentemente de uma qualquer vontade própria. Não premeditadamente. Desconhecendo qualquer outro caminho ou atitude perante a existência.

E é assim que vou continuar a ser. Não sei fazer diferente. E nunca ninguém me guiou para ser assim. Aprendi-o sozinho.

Creio, contudo, que ainda vou encontrar os meus pares. Ou que eles me vão encontrar. Ou que, por breves momentos no tempo, já nos cruzámos algumas vezes. Quando ambas as partes estiveram em simultâneo no seu melhor.

O que, de resto, pode sempre voltar a acontecer…

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

• Aitäh, mu elu armastus

Dia de São Valentim. Ou dos namorados. Foi há uma semana atrás. E eu sinto-me como este grotesco sapinho…

Há vários anos que este Valentine’s Day não tem sido feliz para mim. O que me vale é que recentemente comemorei não um dia mas um mês inteiro e mais alguns dias de São Valentim. Fora de época.

A vida não me permitiu prolongar esse período em que vivi nos céus. E nem o posso novamente repetir. Há que haver a vontade simultânea de dois para o fazer.

Este simpático batráquio na foto em cima, quando o miramos somos levados a crer que tem muito amor para dar e ninguém para o receber. Tal qual como eu. E receio que ficarei para sempre esse sapo. Sem nenhuma princesa que venha e termine este quebranto. Com o seu beijo de amor incondicional.

Não importa. Já valeu a pena esta presente existência minha, o ter vivido até aqui, só por essa quarentena abençoada.

Por isso digo “Gracias, amor de mi vida”. Qualquer nova benção que os deuses decidam me dar doravante parecerá sempre “second best”. Mas eu amarei essa mulher, se ela vier, tal como te amei a ti. Tal como te amo e amarei em todas as minhas futuras reincarnações. Ou melhor ainda, tal como tu me amaste.

Tu és amor e eu serei amor, também. Contagiaste-me. Tal como um vampiro quando morde a jugular do mortal porque quem se apaixonou.

Ainda vou ser feliz outra vez. Eu sinto-o. Porque eu mereço. Porque eu amo todas as mulheres. E voltarei novamente a amar numa todas as mulheres.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

• Szczęście*

No one should ever put the key to his/her own happiness on somebody else’s hands. But that’s what we all always do. You, my dear reader. And the fool who writes these lines too.

I’ve made that mistake in my life quite often. And I led other dear and special ones to do it, at the same time.

So, why do we all persist on that mistake? Because even if we know damn well that we should not let depend our  happiness on anyone else, we also know this fact:

One of the most beautiful and sacred things in life is to fall asleep with someone you love by your side, holding him/her in our arms and feeling perfectly safe. 

Believe me, I know what I’m talking about… And I say more: there’s no greater joy than to wake up before your beloved one and wait for her eyes to open up for the first time each new day and stare at us, still a bit confused. And kiss her on that moment. And hug her. And thank the gods for being on that bed.

Most people have this blessing every single morning and they are not aware of that.

As a notorious human being - who has lived among us without being so noticed as he should deserve - once said...

"Everybody dies. But not everybody has lived."
Manuel Teixeira Gomes
former President of the Portuguese Republic
and writer

Now, I am what is usually called an “old soul”. I should know better what to do. Even because I also feel that it might be almost impossible to exist in this whole world anyone who can stand me for a longer time than all my love affairs have endured.

Unless they are an old soul like me, I can hurt the ones I love. And that’s a price they don’t want to pay but for a limited period of time.

But that’s not only pain and sorrow people receive from me. I also bring out the best of them when they are in love with me. And that’s why I said in my last post this: I think I may be an individual that could earn the seal of “World Heritage of Mankind”.
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* “Happiness”, in polish. Don’t try to pronounce this word at home, if you are not familiar with this language. You will only hurt your tongue.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

• I, World Heritage of Mankind

The sun was going down on the horizon that could be seen from the river shore of this Babel tower that my hometown, Risubon*, has fortunately become lately. 

This was last wednesday. A day truly important on this journey of discovery of myself that I am always doing. By discovery of myself I mean also discovery of what happens in my life. And why.

I think I may be an individual that could earn the seal of “World Heritage of Mankind”. Because I’m a really, really old soul. And due to that fact, I may know better than most of us how loving should be made, in ways people don’t expect it in the first place. To say the least.

I love many people. As ungrateful as this may seem, I feel no one on this earth loves me back as much as I love them.

That doesn’t worry me that much anymore since this last wednesday. Dum spiro spero**, as I said once here in this blog. One day love will knock at my door. One more time. And now I know damn well how to wait without anguish.

Another peculiar soul made me realize that blessed wednesday that I do something very few people can truly say to do so too: I put love and romance above all other things in life. 

But this is because I can afford that luxury. Once again, the majority of mankind can't even dream of living that way. Or are too distracted always watching their smartphones screens. While life signs pass by around them, poor devils...

Besides being this very old soul, I'm also perhaps one of the luckiest bastards in this world. Thanks to those divine entities that look after me from up above. I must please them. Or at least amuse them quite a bit. 

But I shouldn't be saying this. They might get mad at me. Again.
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* This is how funny the word "Lisbon" sounds in japanese language.

** “While I breathe, I hope”, in latin.